terça-feira, 26 de maio de 2009


O Império Bizantino ou Império Romano do Oriente atingiu seu ápice durante o reinado do imperador Justiniano quando se relacionaram pacificamente com os persas, retomando o norte da África, a maioria da Itália e o sul da Espanha com o objetivo de reconquistar o poder no ocidente.
A hierarquia em que vivia a sociedade bizantina era dividida em grupos: no topo estava o imperador e sua família, abaixo a nobreza formada pelos assessores do rei, logo após estava o clero e depois desta a elite formada por ricos fazendeiros, banqueiros, comerciantes, funcionários públicos e donos de oficinas. As camadas intermediárias eram compostas por agricultores, pequenos comerciantes, artesãos e o baixo clero. As camadas pobres eram compostas pela maioria da população camponesa, servil e escrava.
Em 565, quando o imperador Justiniano morreu, o Império Bizantino ficou fragilizado por causa dos grandes gastos militares com a proteção de suas fronteiras, da intolerância da Igreja e pela incompetência da administração sem o imperador. Durante o século VI, diversos pontos da Europa foram invadidos, fator que impulsionou a queda de Constantinopla que definitivamente ocorreu em 1453, quando os turcos otomanos atacaram com balas de canhão e armamentos modernos findando o Império.

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